Ouça o boletim informativo dessa semana

Pesquisa do CNMP revela altos índices de assédio moral e risco de adoecimento mental no Ministério Público

Comissão de Saúde do CNMP apresenta proposta para criação de Política Nacional de Atenção Continuada à Saúde Mental

Finalistas da campanha orgulho de ser sindsemp-ma são anunciados

Roberto Rocha compartilha publicação homofóbica e gera revolta nas redes

Gasolina mais cara: encher o tanque já custa um terço do salário mínimo


A Comissão de Saúde do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) apresentou, em uma live realizada na quarta-feira (20), os primeiros resultados da pesquisa “Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da pandemia de Covid-19”. Os resultados apontam índices preocupantes de assédio moral e risco de adoecimento psíquico entre os servidores. 

A pesquisa, de âmbito nacional, teve o total 4.077 respondentes. Entre os participantes, 82,3% são servidores, 12,7% são membros e aproximadamente 4% são servidores comissionados e estagiários.  

Os dados mostram que 85,6% dos participantes encontravam-se em risco aumentado para o desenvolvimento de adoecimento mental. A pesquisa revelou ainda que 73% dos participantes apresentaram humor depressivo ansioso, 52% assinalaram pensamentos depressivos, 56% indicaram possuir sintomas somáticos e 48% apontaram um decréscimo de energia vital”, alertaram os pesquisadores. 

Outro dado preocupante é que 50,1% dos servidores disseram já ter sido alvo de atos hostis considerados assédio moral e 27,1% sofreram violência psicológica no trabalho.

O relatório completo será divulgado nos próximos dias.

A proposta de resolução apresentada propõe padrões mínimos para o desenvolvimento de uma Política Nacional de Atenção Continuada à Saúde Mental. Ela visa estimular a implementação de estratégias e ações a fim de assegurar a melhoria dos níveis de proteção à saúde mental dos integrantes do MP.

O Diretor Vice-presidente do Sindsemp-MA, no exercício da Presidência, convoca todos os servidores do quadro de pessoal, ativos e inativos, do Ministério Público do Estado do Maranhão, para participarem da ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a ser realizada às 09h30min do dia 06 (seis) de novembro de 2021, em ambiente virtual, cujo link será enviado por e-mail previamente, e que terá como pauta a seguinte ordem do dia:

Pauta da assembleia:

  1. Leitura e aprovação das atas anteriores;
  2. Panorama sobre as ações judiciais promovidas pelo SINDSEMP/MA;
  3. Elaboração do Regimento Eleitoral referente à Eleição SINDSEMP/MA 2022;
  4. Criação de Comissão Eleitoral para a Eleição SINDSEMP/MA 2022, e escolha dos respectivos membros;
  5. Criação de Comissão para atualização do PCCR dos servidores do MPMA;
  6. Regulamentação do afastamento de servidores (participação em cursos de Doutorado, Mestrado e outros);
  7. Criação de Comissão para atualização do Estatuto do SINDSEMP/MA;
  8. Plano de ação sobre:
  1. Servidores aposentados e pensionistas;
  2. Pesquisa doCNMP Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público
  3. Criação de novos cargos;
  4. Realização de concurso público;
  5. Reposição inflacionária;
  6. Teletrabalho;
  7. Plano de Assistência Médico-Social;
  8. Atuação no Cenário Nacional;
  1. Informes Gerais da ANSEMP e FENAMP;
  2. PEC nº 32/2020;
  3. Deliberação sobre a escolha de Delegados para as Plenárias Nacionais (ANSEMP e FENAMP);
  1. Informes sobre CONFEPA/IPREV/MA;
  2. Outros assuntos.

E os finalistas da nossa campanha Orgulho de Ser Sindsemp-MA, em alusão ao nosso aniversário de 15 anos, já foram anunciados, nas categorias frase e vídeo, e o material pode ser conferido em nosso perfil no instagram e no Facebook. Agora, os finalistas precisam convocar familiares e amigos para curtir a sua frase ou vídeo até o meio dia de amanhã, dia 28 de outubro.

O vencedor será aquele que obtiver mais curtidas, somando o Facebook e Instagram, então já sabe: cada curtida conta!

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) foi alvo de críticas, na tarde desta terça-feira (26/10), ao repudiar a escolha do governo do Maranhão em convidar o influenciador homoafetivo Alex Brito, de 16 anos, para estrelar a campanha de lançamento da nova plataforma de educação do estado. O parlamentar afirmou que a peça era uma “apologia a homossexualidade”.

Alex, também conhecido como Bota Pó, é de Bacabal, interior do Maranhão, e tem quase 500 mil seguidores nas redes sociais. Ele é referência para os adolescentes do Maranhão e de outros estados do país, e já foi reconhecido e seguido por personalidades como Pablo Vittar, Juliette e Thaynara OG.

No post, o senador publicou o vídeo da campanha e, na legenda, pareceu desconhecer a notoriedade de Bota Pó ao dizer que o governo do Maranhão deveria ter escolhido como garoto propaganda “um maranhense que tenha se destacado em alguma área” e não “um jovem homossexual assumido fazendo o papel de menina”.

Na internet, o post provocou reação imediata com muitas críticas ao senador, que, como homem público, precisa repensar seus pensamentos considerados ultrapassados, excludentes e ofensivos.

Os brasileiros estão pagando cada vez mais para encher o tanque do carro. A Petrobras anunciou na segunda-feira (25) que iria reajustar novamente os preços da gasolina e diesel para as suas distribuidoras a partir de ontem, terça-feira (26). O aumento será de 7,04% para a gasolina e de 9,15% para o diesel.

No ano, o diesel já acumula alta de 65,3% nas refinarias. Já a gasolina subiu 73,4% no mesmo período. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mostra a valorização para o consumidor, as altas em 12 meses foram de 33,05% e 39,6%, respectivamente.

Em São Luís, a alta nos postos já faz com que, para encher um tanque de gasolina, seja preciso gastar o equivalente a um terço do salário mínimo.

O que dá força para esse movimento de perda de valor da moeda brasileira são as várias incertezas dos investidores com relação ao rumo da política econômica do governo Jair Bolsonaro.

Outro episódio marcante foi o furo do teto de gastos para financiamento do Auxílio Brasil, em especial depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu o drible à regra.

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